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"É impossível não gostar deste cara"

A frase, dita por um amigo em comum, traduz direitinho o meu amor. Não dá para não se apaixonar por ele. Comigo foi praticamente à primeira vista. De repente, não conseguia mais ficar nem algumas horas longe e me peguei agindo como adolescente, com beijos sem fim e recadinhos com coração.
De uma hora para outra, tudo em volta ganhou mais brilho, cor e sabor. Com ele, tanto faz se está frio, se o céu está cinza ou se a comida ficou fria. Porque estou com ele... Com ele, ir ao supermercado já é superdivertido, comer espetinho na padaria é um jantar romântico, a noite se torna dia, o dia da semana é como sábado e o domingo nunca mais foi chato.

Com ele, meu sono é leve, minha mente é sã e meu corpo é tranquilo. Ao lado dele, minha cara pode ser lavada, minha barriguinha saliente, meu cabelo um ninho de rato, minhas ruguinhas viram pele de bebê e as olheiras passam despercebidas... Para ele, eu sou a mulher mais linda do mundo e, quando estou com ele, parece que todo o tempo ainda é pouco, a saudade não passa e a vontade nunca acaba.

A gente meio que corre para compensar o tempo em que ainda não éramos esse emaranhado de dois, com a consciência ao mesmo tempo de que teremos todo o resto de nossas vidas, o que ainda não parece tanto tempo... Então a gente se apressa, para compartilhar todas as sensações boas que existem e ver com dois pares de olhos tudo de bonito que há. “Não tenha medo, me dê a mão e vamos caminhar juntos”. E eu fui, com tudo: corpo, mente e alma. Simplesmente porque ele é o homem mais homem que eu conheço, em dignidade, caráter, delicadeza e coração, um imenso coração... o ser humano mais humano que já vi...

E eu que cheguei a achar que você não existisse...

Obrigada por ter me achado. Eu te amo...

Muito amor para todos os leitores neste 12 de junho, estejam enamorados ou não...

Patrícia, A Solteira

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E quando o amor não acontece?

Os filmes e livros estão cheios de personagens que, depois de uma fase desacreditando no amor, se deparam de repente com uma paixão arrebatadora.
A vida é melhor com ele, ter alguém para compartilhar os dias é saudável para a alma e se sentir amado nos dá forças para encarar a parte chata da vida (todo resto, normalmente). Mas, se olharmos ao redor, tem um monte de gente para as quais o amor simplesmente não acontece.
E aí? E aí que as pessoas não podem tratá-las como problemáticas, nem cobrar delas uma coisa sobre a qual simplesmente ninguém tem poder algum.
E aí que tem um monte de coisa legal para se fazer na vida em vez de ficar esperando o amor chegar. E aí que ficar esperando o amor chegar mais afasta ele da gente do que atrai. E aí que se a gente esquece que tem que ficar esperando por ele e vai viver outras coisas (escrever um livro, fazer uma viagem, um trabalho voluntário, um curso, cair na gandaia, aprender mandarim, virar triatleta...) é muito provável que, como na ficção, ele apareça de repente.

Patrícia, A Solteira

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Amor se constrói?

Segundo uma amiga minha, sim!

O papo surgiu durante uma pizza “quejuda” de rúcula com tomate seco. Segundo ela, com os homens mais importantes de sua vida, não rolaram as tais borboletas no estômago nos primeiros encontros, nem tampouco escaladas nas paredes na hora do “vamovê”. Enquanto muitos que lhe proporcionaram estas emoções não duraram mais que o feriado seguinte.

Essa minha amiga pertence ao que eu chamo de ala da emoção (sim, divido-as assim: algumas são pura emoção, outras, razão, e costumo me aconselhar com uma de cada grupo quando me deparo com algum dilema – mas isso é assunto para outro post). E parece estar constantemente apaixonada por alguém. O que ocorre é que ela sempre acredita no amor e aposta de verdade nas pessoas que cruzam seu caminho. Acho bonito isso.

E justamente por acreditar que o amor se constrói é que ela faz esta aposta em nome do coração. Na opinião dessa libriana cheia de vida, todas as pessoas têm defeitos, mas o amor pode transformá-las.

Ai, até me perdi no texto diante de tanto romantismo. Mas, voltando os pés ao chão e à pergunta do começo: O amor se constrói? Vale a pena mesmo investir em uma relação que começa mais ou menos? Digam-me vocês.

Patrícia, A Solteira

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3x30 indica: "Os números do amor"

Quais são as chances de um relacionamento à distância dar certo? Estou mesmo com o parceiro (a) ideal para mim? É verdade que os opostos se atraem? Existe a crise dos sete anos?
Essas perguntas recorrentes sobre o comportamento de homens e mulheres são respondidas com estatísticas no livro “Os números do amor – O que as pesquisas revelam sobre o comportamento humano nas relações afetivas” (Editora BestSeller), da autora Luisa Dillner, que assina a coluna “Love by numbers” no jornal inglês The Guardian.

Ela apresenta um manancial de informações científicas relevantes que ajudam o leitor a entender melhor seus relacionamentos e ser mais assertivo nas suas escolhas pessoais. Ficou curioso? Dê então uma olhada nesta matéria sobre o livro no jornal Daily Mail (está em inglês, porque ele acaba de ser lançado aqui).


Patrícia, A Solteira

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