Canções de amor...

Dia de convidado especial. Especial e fofo, um gentleman que nos atende prontamente sempre que pedimos post: Luiz Otero, jornalista e amigo, autor do blog Musicalidades. Na pauta, canções de amor. Expert que é, ele garimpou algumas melodias lindas de morrer para nós. Fiquemos com ele.

Thanks, Luiz! Mais uma vez, muito obrigada pela colaboração. E pela sua gentileza para conosco.

Beijos, lembrando que nós estamos assim, meio de férias, em janeiro,

Isabela – A Casada

A equipe do 3x30 me incumbiu de uma missão difícil: tentar selecionar algumas das canções de amor mais emblemáticas. Aquelas que povoam o inconsciente da memória popular há vários anos e que, de certa forma, ainda continuam cumprindo o seu papel, que é o de colocar o amor em seu devido patamar de devoção. O fato é que há uma linha muito tênue entre o piegas e o romântico. Fica difícil estabelecer parâmetros, pois sempre há uma tendência do ser humano para o chamado pré-conceito. O que para um soa brega, para outro pode representar um momento especial de lembrança, como um primeiro encontro de olhares com a mulher amada. Mas vamos a alguns exemplos produzidos em nossa terra brasilis, para quem busca algo nesse estilo romântico.

Creio que há uma certa unanimidade quando se cita Carinhoso, o clássico de Pixinguinha, com letra de João de Barro, o Braguinha. Não bastasse a melodia ser incrivelmente bela, a letra continua sempre acessível nesses tempos infestados por redes sociais. Quem é que não diria para a pessoa amada que o coração bate mais feliz ao lado dela?

Outra unanimidade é o clássico de Tom Jobim e Vinícius de Morais, dois românticos incorrigíveis. Eu Sei Que Vou Te Amar é de uma profundidade ímpar, uma letra que transborda paixão até o teto, emociona em qualquer lugar do mundo.

Nos anos 80, Ivan Lins cantou em dueto com sua então esposa Lucinha uma das composições mais românticas de seu repertório, que leva somente Amor no título. Isso por si só encerra a justificativa para entrar nessa breve seleção.

O Rei Roberto Carlos é outro romântico incorrigível. Produziu ao longo de seus mais de 50 anos de carreira uma série de canções que com certeza embalaram milhares de romances pelo País. Esta é a minha preferida do Rei: Como é Grande o Meu Amor Por Você

Djavan tem composições românticas bem emblemáticas em seu repertório. Alguns diriam sem pensar que Meu Bem Querer é a maior delas. Mas a que mais gosto, por causa de minha esposa, é claro, é Pétala. Uma outra pintura de letra e melodia

Tim Mais compunha e cantava como ninguém. E quando se metia a cantar música romântica, sempre emocionava. Esta canção é de sua autoria e tem uma letra simples e sempre atual. Qual mulher resistiria aos versos de Você, composição de um disco da fase inicial?

Cassiano não teve uma carreira constante no que se refere ao lançamento de discos. Mas deixou pérolas românticas e incrivelmente perenes, como a canção Coleção, que volta e meia é regravada por algum artista nacional.

Maria Bethânia decidiu gravar esta canção, que segundo ela mesma informou em uma entrevista, era jingle de propaganda de um motel nos anos 70. Cheiro de Amor é uma das suas melhores interpretações, com uma letra e melodia que caíram com uma luva em sua voz incrivelmente cheia de amor.

Sonho Real é de Lô Borges e Ronaldo Bastos. Não é muito conhecida do grande público, mas tem uma letra bem inspirada, com versos marcantes como Felicidade pode estar pelo sim ou Vem meu anjo torto/Abusar do meu conforto/]Ser meu bem em cada porto/Que eu ancorar.

E vou parando por aqui. Tenho certeza que quem ler esse texto sentirá falta de alguma composição que não foi incluída. Até porque o amor, como alguém já cantou antes, é infinito por natureza, e não se encerra em si próprio. Se renova a cada dia que passa, quando é verdadeiro e autêntico.

Luiz Otero – O Casado Romântico

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UFC: Não curti



Antes que alguém me acuse, eu já vou logo dizendo que sou a pessoa mais ignorante do mundo em matéria de esporte. Burra com quatro Rs, como dizia um tio meu. Mesmo sendo uma leiga total, não consigo deixar de me espantar com o fato de que, nos últimos cinco minutos, todos os homens do mundo passaram a ser fanáticos por UFC, algo que eu não sabia nem que existia até então.

Guarda Belo é fã e diz que adora desde os tempos do VHS. Eu acredito quando o meu marido diz isso, mas acho que ele é uma exceção. E que o fator modinha prevalece: se alguém achou bacana, todo mundo passa a achar. Preguiça, muita preguiça dessas bombações instantâneas.

Tenho ainda outros motivos para não curtir o UFC. Em primeiro lugar, não gosto de ver gente brigando e apanhando. Me deprime. Em segundo, vamos combinar que esse é um campeonato muito mala em termos de dias de exibição? Gente, tem luta todo sábado à noite (ou quase, sei que posso estar escrevendo bobagem, me corrijam)!!! Existe coisa mais insuportável do que você querer sair para jantar, ou mesmo ficar em casa e pedir uma pizza, abrir um vinho, e o seu parceiro ali, ansioso pela disputa que vai começar na madrugada? Nada contra esportes de meninos, pelo contrário, acho sexy ver Guarda Belo torcendo pelo Timão, mas futebol tem na quarta, no domingo à tarde, tudo bem. Mas sábado à noite, fala sério, tinha que ser assim?

E tem mais: não sei como, nunca conseguirei entender, todo final de semana o espertinho que inventou o UFC inventa mais uma luta incrível, histórica, absurda, que todos os aficionados do mundo precisam ver. Como se fosse uma final de Copa a cada sábado. Algo completamente imperdível que, se não estiver à disposição na TV, vai estar na internet. Alguma criatura sem coração vai mandar o link para o seu marido ver. Certeza.

Guarda Belo me diz que sabe de várias mulheres que gostam de UFC. Sim, natural, gosto não se discute. É claro que, diferentemente de mim, outras meninas podem amar. Mas, além daquelas que genuinamente apreciam a coisa, é preciso destacar dois outros grupos: 1) As Marias Octógono, que têm fetiche; 2) As dissimuladas que dizem que adoram só para conquistar a simpatia masculina. Definitivamente, as duas situações não fazem parte do meu show.

Baby, pode continuar vendo o seu UFC. E me chamando para conferir aqueles golpes sensacionais que você garimpa no You Tube. Vou continuar me levantando do sofá para ver. Porque te respeito e porque quero conhecer as coisas das quais você gosta. Isso além de concordar que sim, algumas manobras de fato são fora desse mundo. Mas saiba: aqui e ali eu posso pedir para a gente esquecer essa vibe de luta, só para variar um pouquinho.

Pode ser?

Isabela – A Casada que não curtiu o UFC

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Eu, piriguete

Deu no IG. Ao lado de uma matéria sobre igualdade entre mulheres (feita pela excelente Verônica Mambrini), havia uma outra sobre a caça às piriguetes nas redes sociais. Impossível não ligar uma coisa à outra. Na primeira matéria, um ranking sobre os países ideais para uma mulher viver. Na Islândia, Noruega e Finlândia, as mulheres ganham como os homens, são compreendidas no mercado corporativo durante a maternidade, têm representação política e liberdade sexual (apêndice meu, já que a matéria não diz isso).

A outra matéria fala sobre o modismo de posts anti-piriguetes no Facebook e no Twitter. O mundo, segundo os defensores da moral e dos bons costumes, se divide entre as mulheres que “só servem para transar e traem na primeira oportunidade” e as que “não querem ir para a cama sempre e servem para casar”. Tremi! Seria eu, então, uma piriguete? Pois se ser piriguete é fazer sexo quando se tem vontade, então sou. Se é dançar funk na festa e se jogar na pista sem medo, então sou. É ter transado com mais parceiros que cabem na mão esquerda? Que bom. Se tudo isso é ser piriguete – só não tenho silicone no peito e não curto roupas curtas – então aderi. Eu sou. Mas também sou monogâmica, apaixonada e casadoira. Então, a qual espécie eu pertenço? Posso ser uma mulher-de-verdade-piriguete? Que conflito!

Sempre flertei mais com a puta que com a princesa. E desconfio fortemente que a princesa sempre teve muita inveja da puta. Assim como o gay enrustido é o primeiro a cometer bullying contra o gay assumido, as mulheres que se privam do prazer descontam nas que nada temem.

Muito medo disso.

Se esse movimento crescer, vou me embora para Islândia. Duvido que lá exista esse abismo tão grande entre piriguetes e casadoiras.

Débora – A Piriguete

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Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios



Uma pausa nas nossas férias para indicar um livro para as férias de vocês. Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios foi o último título que eu li em 2011. Presente de Natal da minha amiga Carolzinha, a quem dedico este post e agradeço mais uma vez, agora publicamente, pela grata surpresa que foi esse romance de Marçal Aquino.


Uma história forte, uma história dura, de personagens complexos, dos quais não se esquece ao final da leitura. Uma história de amor. Uma não, várias. No centro da trama está o triângulo amoroso formado por Lavínia, Ernani, seu marido, e Cauby, seu amante. O cenário é uma cidade do interior do Pará. O que mais mexeu comigo? O fato de como o amor mudou a vida do trio de protagonistas, o impacto surgido do encontro entre Lavínia e Ernani e, depois, entre Lavínia e Cauby.


E isso tudo embalado num texto envolvente, bonito, nada óbvio (a começar pelo título, né?). A ponto da gente adiar a leitura para não ir muito rápido e acabar logo (são 229 páginas, não é muito). A boa ambientação dos cenários também ajuda, sem falar que eu tenho loucura para conhecer o Pará.


Taí um livro para não ser esquecido. E guardar na estante dos prediletos. Recomendo mil vezes e agora quero ler tudo do Marçal Aquino, tarefa a ser executada depois que terminar os três outros títulos que me esperam na cabeceira nesse momento.



Em tempo: em breve, estreia o filme adaptado da obra. Camila Pitanga é Lavínia, a protagonista. Não é para qualquer uma não, imagino que seja a personagem mais complexa que ela já interpretou na vida, mas, aprovei a escolha. Ela é talentosa, acredito que deu conta do recado. Se não der, também não tem problema nenhum: o trabalho de Marçal Aquino é muito maior, vai além, está aqui comigo. Sempre estará.



Besos, besos, besos, boa leitura, estamos assim, meio de férias em janeiro, só para lembrar,




Isabela – A Casada

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A camisola branca de Helena

Momento da leitora. Hoje, a Helena, uma querida, do Recife, Pernambuco, nos conta a sua história de superação. Do casamento ao divórcio, ela deu a volta por cima. E se descobriu muito mais feliz. Fiquem com ela.

Beijos, Helena, super obrigada pelo texto. Volte sempre, como leitora e como autora. Beijos a todos, boa semana para nós,

Isabela – A Casada


Ela estava linda vestida de noiva. Vestido branco e flores no cabelo. Seus olhos verdes brilhavam de alegria. Então ela disse Sim. Mas, naquele momento, não imaginava o que estava por vir... Recém casados, ele disse a ela que queria dormir em quartos separados, já que ela, segundo ele, se mexia a noite toda, virava de um lado para o outro, o que fazia com que ele acordasse toda hora e não dormisse direito, prejudicando seu rendimento no trabalho e fazendo com que ficasse muito cansado no dia seguinte. E os dias, semanas, meses foram se passando e eles dormindo separados. Ela argumentou, questionou, afirmou que essa situação estava afastando-os, mas ele se manteve firme e forte nessa decisão. E ela já estava achando que tinha algum distúrbio do sono ou algo parecido...

Não contou para nenhuma amiga porque tinha vergonha dessa situação. E ele também não a procurava mais. Dizia que ela também tinha um osso... Um osso bem “lá” que impedia/dificultava o amor entre eles. Além de um distúrbio do sono ou algo parecido, agora ela também tinha outra coisa, o “osso”.

Com o passar do tempo, a auto-estima dela foi diminuindo. Ela não se achava bonita, nem atraente, nem sexy. Afinal, seu marido não queria dormir nem fazer amor com ela. Então, ela focou no aspecto profissional. E o tempo foi passando dessa forma: eles dormindo em quartos separados, vivendo sob o mesmo teto como dois amigos/colegas.

Um dia, com alguma esperança de mudar alguma coisa, ela vestiu uma camisola sexy branca e ele riu dela. Disse que ela estava fora de forma. Pronto: com distúrbio do sono, um “osso” no lugar errado e fora de forma. E ela chorava sozinha assistindo filmes, ouvindo músicas, pensando em tudo o que era para ter sido e não foi. E ela não enxergava o futuro. Ela não se imaginava vivendo essa situação por mais muito tempo. Não foi isso que ela desejou para ela. Ela queria viver um amor intenso, verdadeiro, com tudo a que tinha direito.

Esse amor chegou um dia. Ele era amigo de uma amiga dela. E ele disse que ela estava linda. Há quanto tempo ela não ouvia algo parecido! Ficou tão feliz! Quase nem acreditou que um homem ainda podia achá-la linda! E ele a conquistou com seu jeito tão carinhoso e por achá-la tão inteligente e linda. Sempre ele dizendo como ela era linda. E gostosa também. Mas ela ainda era casada. E não sentiu culpa nenhuma, por que sentiria? Com ele ela redescobriu a vida! Com ele seus olhos brilhavam como há muito não se via. E ela se sentiu desejada, gostosa e linda. Então resolveu ser livre e foi embora de casa. Livre como um pássaro. Sofreu muito, sim. Mas era preciso ir embora e recomeçar. Recomeçar sem ele, o marido. Deixou para trás a família que quis formar com ele. E também o sonho de ser mãe, de um filho dele. Sozinha, encontrou nas amigas apoio e carinho. Sua família também a confortou.

E percebeu que para ser feliz bastava sua família, suas amigas e sua realização profissional. Apaixonou-se novamente dois anos depois, mas ele não se apaixonou por ela. Sofreu. Mas foi em frente, mesmo com o coração aos pedaços outra vez. Outra decepção ela não iria aguentar. E resolveu focar na dança. Então saiu por esse Recife dançando nos bailes. Sim, aprendeu a dançar e como a dança a fazia feliz! Adorava rodopiar p/ lá e p/ cá com suas saias floridas. E, dançando por aí, ela conheceu ELE, que adora dormir com ela, a acha linda, atraente, gostosa e sexy. Inclusive usando a tal camisola branca.

Helena – A Divorciada

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Seu Dilema: Devo me separar?

Meu nome é Inês, tenho 30 anos. Confesso que nunca fui muito de partilhar a minha vida, mas pedir conselhos, opiniões ou somente desabafar com a família ou com os amigos está fora de questão, não teriam a imparcialidade que necessito.

Estou casada há oito anos, com todos os altos e baixos que isso implica. O Francisco, meu marido, é uma excelente pessoa. É educado, inteligente, culto. Uma pessoa que é capaz de fazer tudo pelos amigos. Não temos filhos, mas se tivéssemos sei que ele seria um excelente pai. Contudo, como marido, confesso que ele me deixa a desejar. Nunca foi muito romântico ou carinhoso, mas sempre pensei que pudesse mudar um pouco ou que eu me habituasse ao fato de ele ser assim. Não aconteceu.

Cheguei ao ponto de pensar que o defeito era meu. Que eu é que sou demasiado exigente. Percebi que não. Julgo que quando amamos, gostamos não só de dar, mas também de receber. De sentirmos que somos amadas, desejadas. Que somos importantes para o objecto do nosso amor. Eu não sinto isso. Sinto que faço parte da casa. Um bem adquirido. Já tentei explicar várias vezes o que sinto, ele promete mudar e muda, mas só durante algum tempo. Depois volta tudo ao mesmo.

Eu sei que tenho defeitos e esforço-me para mudar, mas sinto que só eu estou a lutar para manter a nossa relação viva. Parece que luto sozinha. Parece que é algo que só eu quero. Recentemente passei por uma situação em que precisava mesmo muito do apoio e do amor dele, ele não esteve presente. Doeu muito. Aliás, muitas vezes ele não está presente em momentos que sabe que são extremamente importantes para mim. Estou cansada. Penso, vale a pena continuar uma relação assim? Será que as partes boas superam as más? Sinceramente já não sei.

Há algum tempo entrou outra pessoa na minha vida. O Duarte. Ele entende-me e preenche o vazio deixado pelo Francisco. Já chorei muitas vezes no ombro dele, já recebi conselhos, apoio. Algo que sinto que não tenho em casa. Acabamos por nos envolver mais do que desejávamos. Às vezes penso que seria mais feliz com ele. Talvez fosse. Sinto que a minha relação com Francisco já chegou ao fim há muito tempo e que apenas nós é que não queremos ver. Porque gostamos de estar juntos, temos uma história, mas acho que já não é amor.

Não quero nem vou acabar uma relação para começar outra. Se acabar terá que ser por mim. Não por haver alguém. Acho que o Duarte serviu para me mostrar o que me falta. Que afinal não é errado querer mais atenção, mais carinho. Sei que o Francisco não merece o que lhe fiz, mas acho que também não mereço estar com ele e sentir-me sozinha e abandonada.

Sei que é errado mas aconteceu. Acho que me estou a apaixonar pelo Duarte, estamos muito próximos, sinto-me muito bem perto dele, mas não quero pensar nisso. Não quero que isso influencie qualquer decisão que tome.

Honestamente acho que precisava mesmo de passar um tempo sozinha. Longe de tudo e todos. Infelizmente isso não é possível. E qualquer decisão que tome não vai ser com o distanciamento necessário. Espero, que qualquer que seja a decisão, que seja a acertada.

O que vocês acham? Obrigada pela ajuda.

Inês

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Férias!!

Queridíssimos,


pela primeira vez em três anos de blog, vamos tirar umas férias daqui. Esse mês será de descanso de posts, de revisão de ideias e de criação de um novo projeto do 3x30.

Não vamos sumir completamente. Se der na telha, baixamos por aqui vez ou outra. Até para não deixar nosso cantinho totalmente abandonado.

Ideias, sugestões e críticas, podem mandar pelo gmail ou Facebook.

Até breve!!

Ótimo janeiro =)

beijos, beijos, beijos

O Trio

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Feliz 2012!!!



Feliz 2012 para nós!!!

Que o ano novo venha cheio de amor, saúde, glamour, causações e aventuras!!!

Ou, como costuma dizer a Debs, nossa Divorciada, “pode vir, 2012. Eu te recebo com tudo o que você me trouxer”.

Acima, para inspirar, uma foto do Réveillon de Copacabana, do Brasil, o mais lindo, tirada do site da Riotur. Com fogos pinks, para atrair boas energias.

Beijos, beijos, beijos, muitos brindes com prosecco,

O Trio

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Cinco desejos para 2012

Revendo o primeiro post sobre Ano Novo que eu escrevi para este blog, em dezembro de 2008 (Promessas de uma Divorciada para 2009), pude constatar que, na ocasião, listei 15 desejos para os 365 dias que viriam pela frente. Em dezembro de 2009, comecei a recuperar um pouco a sanidade mental ao escrever o texto Promessas de Ano Novo: A Hora da Verdade, no qual revi tudo o que havia registrado anteriormente. O saldo? Algumas metas foram cumpridas, outras, claro, deixadas de lado. Dentro de um universo tão amplo de tarefas, acho até que o resultado foi bom. Em 2011, participei, junto com as minhas companheiras de trabalho e com todos vocês, do post coletivo O seu desejo é o nosso desejo: Feliz 2011! E desejei que nós conseguíssemos realizar “um grande sonho em 2011”. Eu realizei, e vocês?

Agora, às vésperas de 2012, volto a registrar alguns objetivos para colocar em prática entre janeiro e dezembro. Mas cinco apenas, que eu quero, daqui para frente, viver de modo mais simples, leve e desapegado dentro do possível. Lá vai:

Arrumar a casa (o que falta arrumar, na verdade, detalhes). Sim, é preciso fazer alguma coisa com toda a energia empreendedora ociosa desde que passou o casamento, em outubro, organizado por mim e pelos meus companheiros de altar.

Manter o peso. Emagrecer é difícil, mas permanecer em forma é muito mais. Acho que agora vai. De tão desacostumada a comer muito, por conta do regime, passei mal depois dos abusos do Natal e ainda não estou 100% inteira. Péssimo, claro, mas pelo menos não vou engordar durante as festas, como tinha certeza que ia acontecer. Desconfio que o meu corpo esteja começando a pedir uma trégua dessa vida de Magali, vou prestar mais atenção nele.

Fazer uma linda viagem de férias com o meu marido.

Trabalhar para fazer o 3xtrinta crescer. Façam figa e torçam por nós, há novidades a caminho.

Trabalhar para tentar emplacar dois projetos novos no trabalho. Ideias minhas, que vou amar ver se tornarem realidade. Me ajudam com a torcida?

Tá bom, né? E vocês, o que vão aprontar em 2012?

Beijos, beijos, beijos, só o melhor para nós, muito amor,

Isabela – A Casada

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Nosso dilema: continuamos com o "seu dilema"?

Essa seção foi certamente uma das mais divertidas de 2011!

É um dos posts mais comentados e dos que geram mais polêmicas.

No entanto, nosso estoque acabou, tivemos que usar algumas histórias de gente conhecida e não sabemos ao certo se vale a pena continuar.

Vocês ainda curtem? Acham que vale a pena continuar com o Dilema nosso de cada quinta em 2012?

Estamos em vossas mãos =)

beijocas

O Trio

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Hay otros



Li no livro novo da Danuza Leão, “É tudo tão simples” (ótimo, amei, mas atenção: meu exemplar veio com defeito, faltando dez páginas, absurdo, vou na livraria reclamar essa semana), e divido com vocês.

A atriz mexicana Maria Félix, a mulher deslumbrante da foto acima, dizia que nunca tinha sofrido por causa de homem porque, a cada decepção, sempre pensava: “Hay otros” (há outros, literalmente). Não acreditei nesse papo de nunca ter tido o coração partido, mas, devo dizer, achei a frase ótima. Uma motivação e tanto pensar assim.

Curti!

Besos, besos, besos,

Isabela – La Casada

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2011 foi o ano em que eu...

- Mais engordei na vida!! Comecei o ano dizendo que ia emagrecer com a Bela (Projeto Noiva Sarada e Madrinha Gostosa) e que iria correr a São Silvestre. Duas metas mais que furadas. Apesar do treino, não vou correr. E enquanto a Bela estava divina com sua silhueta Gisele no casamento, a madrinha ficou porpetinha mesmo. Com quatro quilos acima de um peso já acima. #fail

- Comecei a ficar velha. Agora não dá mais para disfarçar. Até o ano passado eu ainda conseguia me passar por uma garotinha de vinte e alguns. Agora, com rugas e cabelos brancos, olheiras profundas e silhueta porpeta, sou mesmo uma mulher de 30. Dá para melhorar, claaaro. Mas a pele, o metabolismo e o cabelo não negam minha idade.

- Descobri minha veia de autora infantil! Meu primeiro livro deve sair agora no começo do ano. Está ficando liiiiindo!! (Um obrigada especial à Carolzinha, que tornou isso possível). Divulgo aqui assim que souber quando será o lançamento.

- Aprendi a morar no centrão de Sampa. Não queria, não gostava, foi o caminho mais fácil e achei o máximo. Mudo de casa agora em janeiro, mas seguirei no centro.

- Fiz matérias que eu gostei, ganhei dois preminhos e conheci novos profissionais com os quais quero trabalhar em 2012. Cabeça fervilhou de ideias.

- Quitei meu carro. Ufa! Tirei um peso das costas...

- Fiz amigos maravilhosos, bebi horrores com eles e dei muita risada. E cultivei minhas amizades mais preciosas =D

- Colei mais uma figurinha no meu álbum: uma estrelinha na perna direita.

- Redescobri o amor! Depois do amor partido, do amor frustrado e de um ano de solteirice bem curtida, tropecei no amor porque eu estava sem óculos e não via que ele estava bem na minha frente. E ele chegou quietinho, suave, carinhoso e com um tempero especial: o sabor de me saber amada e me saber amando. Nada como um ano após o outro...

Um ano quase nunca é aquilo que a gente espera que ele seja quando janeiro desperta. Muito do que se planeja se perde no caminho. Isso sem contar os imprevistos, as tragédias, o imponderável. Quem aguarda más notícias? Sonhamos com a sorte, com o belo, com a renovação. Ouvi muita gente querendo expurgar 2011. Torcendo para que ele acabasse logo porque ele não foi como se esperava. Ora, um ano nunca é como se espera. As surpresas podem ser desagradáveis. Mas podem ser igualmente deliciosas – e sempre tem as coisas boas, mesmo quando a maré tá braba.

Portanto, pode vir 2012. Que venha carinhoso e intenso. Que venha saboroso e desafiante. Que venha como sempre se é, com as voltas, reviravoltas, chegadas e partidas. Que seja incrível.

Esse é meu último post pessoal do ano. Portanto, desejo aqui um grande ano para todos!

Realizem-se!

Beijos

Débora

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3xFeliz Natal!!










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Mainha decide



Eu só vi quando cheguei em casa, mas estava escrito na embalagem do presente que eu comprei para ela, logo abaixo do nome da marca: “Camisas para mulheres que decidem”. Não poderia ter sido mais perfeito. Dilma Rousseff? Cristina Kichner? Hillary Clinton? Anna Wintour? Todas umas amadoras, não dá nem para comparar. Se existe uma mulher no mundo que realmente decide alguma coisa o nome dela é Marlúcia Barros, mainha, como eu prefiro chamar.

De repente, me peguei pensando que essa era uma das lições mais valiosas que eu aprendi com ela: a gente tem mais é que decidir, se colocar, encarar a vida de frente, fazer acontecer. Foi ela quem fez de mim uma mulher não submissa, alguém que tem vontade de ir lá e fazer. Que vai lá e faz.

Obrigada, mainha. Te amo e te admiro, você sabe.

Gente, hoje é o niver dela, a fofucha nessa foto vintage aí em cima. Vocês me ajudam a dar parabéns? Brigada!

Feliz aniversário, Dona Marlúcia! Só o melhor procê, sempre.

Beijos, beijos, beijos, muito amor,

Isabela – A Casada e A Filha

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Seu dilema: com quem eu passo o Natal?

Mamãe e papai se separaram no ano passado. Minhas irmãs não dão lá muita pelota pro papai. Meu pai vai ficar meio que abandonado. Não fico feliz com isso. Por outro lado, passei os dois últimos com ele justamente por essas razões...e tava afim de fazer algo de diferente nessa noite feliz. Achei que meu lindo namorado (sim, ganhei um de Natal! ho ho ho) iria passar comigo e, assim, me dar uma força e uma graça a mais para eu passar com papai. Mas ele recebeu um convite de uma parente longe de SP e lá vai ele celebrar. Minha mãe estará em Conchas com mana mais nova. Minha irmã estará em SP, mas não vai celebrar com meu pai. Minha tia Claudia virá para cá e ficará com meus primos. Convites não faltam. Mas eu queria taaaaaanto que todo mundo estivesse junto.

Como isso não vai acontecer, eis o dilema a dois dias da data: com quem eu passo meu Natal? Com papai, com mamãe, com mana, com minha tia, com meu namorado ou no topo da montanha, sozinha?

Débora - A confusa

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Felicidade embeleza



Dia desses, uma grande amiga me contou ter recebido, do nada, um elogio ótimo de uma colega de trabalho, da chefe dela, na verdade. Ela, que acha que está acima do peso e no momento se empenha em perder cinco quilos, ouviu que está bonita como nunca. E que, de repente, ganhou “uma luz” diferente.

Mesmo que a balança não esteja sendo lá muito camarada, minha querida vive um momento especial. Está bem com o marido, anda cada vez mais encantada com o crescimento da filha de dois anos, é reconhecida no trabalho. Por isso, naturalmente, desfila felicidade mundo afora. Felicidade e beleza, a tal luz a que a chefe se referiu.

Já aconteceu com vocês? Do que vem de dentro mexer com todo o resto? Comigo sim. É até engraçado, dá para perceber andando na rua. A produção do dia pode nem ser a melhor de todos os tempos, mas a gente sorri com a alma, numa leveza que vai além de nós mesmos. O contrário, óbvio, já rolou também. Afinal, quem nunca saiu de casa se achando incrível da cabeça aos pés e, por questões de coração turbulento, não fez sucesso nenhum?

Assim, lindonas e lindões, vamos tratar de ser felizes. E maravilhosos e iluminados. Sempre.

Beijos, beijos, beijos,

Isabela – A Casada

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Dar, receber e saber escolher

Acho que perdi horas preciosas da minha vida sofrendo por não ter recebido em troca o que eu esperava das pessoas. Se há um aprendizado que é para vida toda, é esse: não esperar nada, nadica, nadona em troca de alguém por quem você fez algo. Difícil, hã? Fácil na teoria. Na prática, ainda hoje me pego pensando coisas do tipo “não deveria ter feito aquilo por ele” ou “ela não merecia”. E conheço quase ninguém que não se frustre com isso. Tenho uma conhecida que anda em crise com a cunhada, que abusa da boa vontade dela – e ela, como eu, tem uma incapacidade enorme de dizer não.

Eu não só sofro com a falta de retribuição como ainda sou extremamente criticada por ser boba demais. Levo até a mãe da namorada do amigo à rodoviária, meu carro já chega sozinho a Guarulhos e faço toda uma movimentação para ajudar a filha da faxineira arranjar emprego. Às vezes me sinto idiota, e usada. Mas na maior parte das vezes eu faço simplesmente porque gosto. Uma hora no trânsito da Marginal para levar uma amiga ao aeroporto? Uma oportunidade de conversamos, um tempo exclusivo com ela. Um prazer. Emprestar dinheiro para um amigo em apuros? Se eu posso fazê-lo, é uma honra. Só sofro quando é algo que não me dá prazer, mas não consigo dizer não.

Contando essas e outras histórias para uma amiga, me deu um insght de como já diminuí as funções que me deixam desgostosa. Não porque eu aprendi a recusar pedidos, mas sim porque fui naturalmente eliminando gente que não me faz bem. Minhas relações são muito mais orgânicas hoje. Vivo intensamente cada troca de energia com as pessoas do meu círculo. As não tão próximas, que não dão liga, têm de mim apenas a energia necessária. E quando as amizades ou amores já não são mais naturais, a vida trata de levar embora.

Quando as relações são verdadeiras, a troca é natural. É impossível de ser medida em quantidades. Se é medida, já não é orgânica. Logo, se não podemos esperar nada em troca, podemos, ao menos, escolher nos relacionar apenas com essas pessoas que nos fazem bem.

Débora - A Divorciada

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Um apelo: não enlouqueçam por favor!

Eu considero esta uma das semanas mais estressantes do ano. Mais por causa da loucura dos outros do que da minha própria. Todo mundo tem pressa, todo mundo quer fazer festa todos ao mesmo tempo em uma única quinzena, isso sem falar da neura de ver o ano acabando e você percebendo que um monte de promessa do ano passado não se tornou realidade. Pelo contrário, continua tudo quase a mesma a coisa.

Então já que todo mundo sabe que passar para o outro ano nada mais é do que mudar um número no calendário - afinal todos os problemas, contas e paranoias continuarão idênticos no dia seguinte -, faço um apelo: Pelo amor de Deus, não enlouqueçam nesta reta final, por favor.

Uma amiga mandou email pedindo mil desculpas por ter atrasado um trabalho prometido porque está estressada. Não dorme e até brigou com o marido. A ansiedade vira mesmo uma epidemia nesta época do ano. Para não enlouquecerem, eu apelo para que tentem aplicar esses sentimentos natalinos e de renovação de esperança que o Ano Novo traz em conta gotas durante o ano todo. Acho que todo mundo seria mais feliz se todo mundo fosse um tiquinho mais solidário, caridoso e atento ao próximo todos os dias do ano em vez de apenas duas noites. Acho bem hipócrita ver gente que passou o ano todo ignorando ou falando mal de todos agora vir distribuindo lembrancinhas. Tenho certeza que o porteiro, a manicure, a professora do filho, o cliente, o fornecedor etc seriam muito mais gratos com a boa educação todo santo dia do que com um panetone no Natal.

Pronto falei.

Feliz Natal a todos

Patrícia, A Solteira

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Projeto São Silvestre: a frustração

A dor começou a fisgar mês passado. E, após a prova de apenas 6Km que eu fiz super bem, passou a doer constantemente. Medo. Depois disso, nunca mais consegui correr. Aliás, a dor apita até quando desço escada. O que vem a seguir é o padrão: médico, raio-X, ressonância, médico.


Diagnóstico: é, não vai dar para correr a São Silvestre.


Como é?


É canelite.


Aparentemente minha tíbia está sob ameaça e, se eu forçar, pode fissurar de vez.


Tratamento: repouso.


Nem precisa dizer o quanto fiquei frustrada, né? Comecei meus treinos em abril, sob orientação do Márcio Torres, meu super personal, comprei tênis novo, paguei academia, busquei não sair muito do treino.


E onde foi que eu errei?


Conversando com o ortopedista, não foi difícil achar as razões. A primeira (e a Diguê não cansou de me dizer) foi a falta de musculação. A segunda foi querer levar uma vida boêmia e esportiva ao mesmo tempo. Enchia a cara num dia e tentava compensar correndo feito uma idiota no dia seguinte. Não à toa ninguém entendia porque eu só engordei no ano em que mais corri. Por fim, meu médico acha que eu fui com muita sede ao pote e deveria ter intensificado os treinos com mais calma.

E agora? A exatos 15 dias da prova – já paga, aliás – o que faço? Não corro mesmo ou ao menos me fantasio de joaninha, conforme prometido, e caio na farra da corrida?


A ver...


Beijos, bom findi


Débora – A Divorciada lesionada

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A obrigação não é só nossa

Sabe uma coisa que me incomoda demais e é um senso comum? Essa história de que nós, mulheres, somos as grandes responsáveis pelo fator “manter a chama acesa” num relacionamento. Abra qualquer revista feminina e lá estarão pelo menos três matérias com dicas de como a gente deve agir para não deixar a peteca cair em casa. Confesso que nunca leio as masculinas, mas, nas vezes em que li, não me lembro de ter visto nada nesse sentido direcionado a quem já tem parceira fixa, só para situações de conquista. Ou seja, você, homem descolado e pegador, faça assim e assado para seduzir. Depois, bem, é depois, não precisa mais se preocupar. Elas que façam o resto.

Eu sei que é da natureza feminina essa completude, essa grandeza de pensar tanto no outro. Já escrevi aqui e repito: para mim, nós somos criaturas absolutamente superiores nesse sentido. Na maioria dos casos, somos capazes de amar muito mais. Acho mesmo. Agora, não dá para aceitar que seja nossa responsabilidade apenas cuidar dos detalhes que fazem toda a diferença. Estou falando da programação a dois no sábado à noite, daquele torpedo fofo no meio do dia para mandar um beijinho, dessas bobagens fundamentais que a gente adora.

Não aceito que só as mulheres tenham que pensar nessas coisas. Se o outro lado não se preocupa da mesma forma, se anda descuidado, paciência. É a vida, é a rotina, é o que for. Melhor tentar tirar por menos, não alimentar expectativas, não sofrer. Ocupar a cabeça com outros pensamentos.

Meninos amigos leitores do 3xtrinta, vamos pensar nessas questões? Brigada! Meninas amigas leitoras do 3xtrinta, vamos todas sofrer menos?

Isabela – A Casada

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Seu Dilema: “Só consigo me relacionar com homens bem-sucedidos”

“Muita gente me chama de preconceituosa. Mas não é isso, simplesmente não consigo. Para eu ficar com alguém, ele tem que ser inteligente. E, se é inteligente, tem que ser bem sucedido. Eu sei que existe gente que tira isso de letra. Mas os exemplos que tenho próximos só reforçam esse meu pensamento. É que tenho amigas que são casadas com homens intelectual e financeiramente muito inferiores que elas, e não acho que elas sejam felizes. E nem é por causa do dinheiro não. O que observo é que os maridos acabam com a auto-estima delas como uma forma de compensar o sentimento de inferioridade deles. Eles não conseguem lidar com isso, mesmo que a mulher dê dezenas de provas de que não se importa em arcar com a maior parte das contas e de que não os consideram menos homens por isso. Será que existem homens que, mesmo não sendo tão bem sucedidos quanto suas companheiras, conseguem tratá-las com respeito, sem rebaixá-las? Até hoje não conheço um só caso assim. Será que estou sendo mesmo preconceituosa? Ou realista? Sejam francos!"

Izadora, a solteira workaholic

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O comportamento masculino e o efeito dominó

Essa é uma boa história. Continue lendo – eu garanto.


Aconteceu com um amigo meu faz uns meses já. E me foi um tanto reveladora sobre as crenças masculinas.


O causo foi mais o menos aquele de sempre. Ele namorando fazia um tempo, meio na dúvida, meio confortável. Gamou, então, numa outra mulher. Mas logo viu que não rolava nada e manteve a paixão no nível da platonice. Até que um dia, aquilo que parecia improvável provou-se possível. E, já desesperançado, teve dúvida. Trocar o certo pelo duvidoso? Trocar o conforto por uma paixão quiçá passageira?


E ele fez o que (quase) todos fazem: foi ouvir os amigos.


Os amigos eram mais velhos e mais experientes nas cousas do amor. Sabia que dali viriam os melhores conselhos. Um era casado. O outro, um cabra com o passaporte da pegação todinho carimbado. Não falhariam. E os dois concordaram: cai fora. Ou melhor, come e cai fora. É só tesão o que você sente por ela. E deve ser o mesmo para ela. Não corra o risco de perder algo sólido.


Pois foi exatamente o que ele não fez.


Meio cansado daquela vida, daquela lida, daquela mina. Meio cansado de optar pelo seguro, se jogou no escuro. Teve medo, claro. E quem não tem? Mas foi. E, até agora, está bem feliz.


Mas não é o "the end" dele que me interessa aqui e sim os desdobramentos da vida dos amigos conselheiros.


O casado, que já estava apaixonadíssimo por outra, acabou o casamento e também foi apostar naquela que parecia só ilusão. Ou tesão. E, até onde soube, está igualmente feliz.


E o pegador confessou ao meu amigo dia desses: cansei da minha vida de pegação, é muito vazia. Nunca imaginei que um dia seria eu que te tomaria como exemplo.


Débora - A Divorciada

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