sexta-feira, 15 de junho de 2012

Minha história de amor


Nossa trilogia de blogueiras apaixonadas inspirou a Ana Carolina, do Pará, a se declarar aqui também. Fiquemos com ela.

Muito fofo, Carol! Thanks pelo texto, viu? Escreva sempre para nós.

Beijos, beijos, beijos, muito amor,

Isabela – A Casada

Aproveitando a semana das histórias de amor, e o dia de Santo Antônio, que me deu uma forcinha, resolvi compartilhar a minha história.

Na primeira vez que vi meu amor nós estávamos na academia. Eu passei por ele despercebida, mas aquele jeito de macho me encantou. Tempos depois resolvi fazer as aulas de bike, para minha surpresa o homem dos meus sonhos era o professor.

A partir de então não faltava uma aula e, claro, aproveitava para admirá-lo suspirando a cada movimento que ele fazia.

O problema é que na época ele estava casado, por isso eu ficava na minha, fingindo nem reparar nele. Uns três meses depois descobri que ele havia se separado, e foi aí que tive certeza de que ele iria ser meu.

Não tinha coragem de deixar que ele percebesse meu interesse, aí me limitava a criar oportunidades fora do ambiente da academia para a gente se aproximar, até que marcamos um almoço na casa de uma amiga e depois fomos para um reggae dançar.

Em um dado momento estávamos dançando totalmente abraçados, conversando com os cantos das bocas colados, um clima de magia, uma coisa muito envolvente no ar. Não deu outra, ficamos pela primeira vez.

Daí até começarmos a namorar foi meio complicado no início, mas a certeza absoluta de que eu tinha que levar aquilo adiante me fez fazer de tudo para a gente dar certo. Hoje entendo o porque de lá no meu inconsciente saber que ele iria ser meu.

Hoje passados 6 meses daquele primeiro beijo, por questões de trabalho não passamos o dia dos namorados juntos, mas nem isso fez com que a data deixasse de ser especial. Ele me recitou um poema lindo do Drummond pelo telefone, fiquei muuuito emocionada. Mandei mensagens fofas para ele o dia todo e fiz inúmeras declarações e, apesar da distancia, o senti perto.

Acredito que foi coisa do destino. Se eu não tivesse mudado para a academia em que ele trabalhava nunca teríamos nos conhecido, e, apesar de ele estar casado sempre soube que um dia ao menos iríamos ficar, podia levar o tempo que fosse. E graças a Santo Antônio não demorou muito!

Agora ele já faz parte da minha vida, sem querer às vezes me pego fazendo planos para daqui a um ano e em todos ele está presente. Não há um dia sem que eu acorde e pense no meu amor antes de qualquer outra coisa!

Bejos a todos os enamorados e futuros enamorados,

Ana Carolina – A Apaixonada

1 comentários:

Evelin disse...

Arrasou Dra!!!

Desejo o melhor pra vocês!

bjs

Evelin

16 de junho de 2012 12:48