sábado, 2 de julho de 2011

Projeto São Silvestre: Eu, não robô

Correr me fez perceber que eu sou mesmo um Dino. Não lido bem com tecnologia. Eu já sabia disso, claro. Meu amigo supertramp e o primão não me agüentam mais tirando dúvidas básicas sobre o mundo windows, sobre iPods, câmeras, celulares e afins. Mas ao treinar três vezes por semana, percebi que além de ser ruim em matemática, sou péssima com as máquinas – das mais inofensivas, como o relógio, até as grandes, como a esteira. Por exemplo, meu coach que teve que ajustar o super Polar que eu ganhei de presente de aniversário dos meus amigos. E se ele desregular, danou-se. Levo de novo para ele mexer.Foi ele também que me fez perceber que eu estava usando a minha esteira de maneira um bocado equivocada. Um dia ele perguntou qual velocidade eu estava correndo. E eu respondi, toda orgulhosa: 6km/h! Ele ficou passado. “Isso é muito pouco!”. Cinco segundos depois, ele me diz: “Hum...não seriam 6 milhas?”. Fiquei orgulhosa ao saber que isso equivale a quase 10 km por hora, mas quase morri de vergonha ao descobrir que a minha esteira fala somente inglês após dois meses de uso.

O lado bom disso tudo é que correr melhora não só minha resistência, minhas pernas e meu corpo, mas também minha inteligência: além de me tornar menos jurássica, ando fazendo até contas e conversões de cabeça (uau!). Mais uma prova de que exercício físico só traz benefícios ao ser humano.

Aproveitem, hoje é sábado: mexam-se.

Ótimo fim de semana!

Débora – A Separada