segunda-feira, 25 de abril de 2011

(ser) A Outra

(post escrito à mão no aeroporto de Confins-BH, tomando uma cerveja local, a Backer)

Hoje eu recebi uma acusação. Pedro me condenou ao apontar o dedo e me perguntar:

- E ele também é casado?

Não me ofendi, nem fiquei chateada. Mas me pus a pensar. Pedro pouco me conhece, mas por ser marido de uma amiga, sabe a história que marcou de forma peculiar meu coração.

Fui, sim, como algumas de nossas leitoras que já nos escreveram aflitas, a outra. Pouco tempo. Suficiente para sofrer por muito tempo. Um sofrimento atípico na minha história sentimental. Uma marca que carrego comigo, jamais de vergonha ou culpa, mas de aprendizado. É coisa que já foi devidamente arquivada no escaninho das histórias de amor, mas que me faz derramar uma lágrima ou outra quando sou solicitada a procurar o caso em meu arquivo.

Foi lindo! E terrível.

Nunca condenei ninguém por viver uma história assim. Assim “errada”, assim “proibida”. Só que também nunca tinha buscado algo assim. Por uma dessas manobras do destino e por causa de um troço chamado “paixão”, aconteceu comigo. E, hoje, finalmente serena e com olhos liberados de amargor para novos homens, posso dizer que condeno menos ainda quem cai nessa armadilha.

E, assim, disse ao Pedro:

- Não, ele não é. Ufa! Que sorte! Porque, se você quer saber, eu não desejo nada parecido para ninguém.

É sempre duro ser preterido por alguém. E muito mais quando se é “a outra”. Da transparência da minha alma, só posso lhes dizer que antes de chamar “a outra” de vagabunda, sacana ou do breguíssimo “destruidora de lares”, saiba que há uma pessoa sofrendo por trás desse personagem tão odiado pelas mulheres em geral.

Ser traída é doído.
Ser a outra também é.

Débora – A Separada, traída, outra e tudo mais

39 comentários:

Alexandre disse...

Oi Deb, olha só:

"...Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.
Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela...
Um dia nós percebemos que as mulheres têm instinto "caçador" e fazem qualquer homem sofrer ...
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...
Um dia percebemos que o comum não nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom...
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...
Um dia saberemos a importância da frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas..."
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...
Enfim...
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos
todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras...
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação."
Mario Quintana

Analisando friamente, sempre estaremos num dos lados dessa balança e sinceramente acho que cada vez mais nosso mundo se torna isso... parabéns pelo post.

Beijo,

Ale

25 de abril de 2011 04:50
João do Espírito Santo disse...

Hoje não estou afim de filosofar. Só dois paragrafos:

- Ser o outro/a é opção.

- corno, ou tu és ou ou foste mas nunca escaparás!

25 de abril de 2011 08:26
Andarilho disse...

Ser a outra(o) pode ser doído, mas é opção. Por isso, sempre vai levar a pecha de vilã(o) da história. Ao lado, claro, de quem trai.

A diferença é que a traída pode jogar toda a raiva na outra, pq não tem nenhuma ligação emocional com esta, ao contrário do traidor.

25 de abril de 2011 08:49
Anônimo disse...

Nossa, post perfeito! E infelizmente lá vou eu postar comentário anonimamente de novo aqui..
Ser a outra é opção? Depende... vocês ESCOLHEM por quem vão se apaixonar?
No meu caso confesso que ele me enganou no começo e falou que era solteiro, sacanagem total... mas quando soube da verdade não tinha condições nenhuma de sair da história (sim tentei várias vezes)
Débora, você está certíssima, sim a gente sofre PACAS por não ser A ESCOLHIDA né! Mas diferente de você eu sempre fui de julgar e condenar e chamar de vagabunda sim qualquer mulher que saísse com homem comprometido. De repente me vi nessa situação e hoje entendo que existe o outro lado da história e nossa... como a gente sofre.
Conheci ele achando que ele era solteiro, soube que tinha namorada depois de uns meses e infelizmente não consegui me afastar dele, durante nosso "relacionamento" ele noivou e CASOU com a outra, coisa que até hoje me dói demais apesar de ouvir dos amigos dele que foi pra agradar a mãe e blablabla ... quando ele casou me afastei, sofri e me descabelei, e um mês depois ele tava de volta na minha vida. Infelizmente precisou ele falecer pra que eu conseguisse terminar essa história pq de alguma forma a gente (falo por mim E POR ELE TB) não conseguia se afastar, não conseguia...
Espero que ninguém passe por isso, é exatamente como você disse... "Foi lindo! E terrível."

25 de abril de 2011 10:56
Andarilho disse...

Se apaixonar não é escolha, mas ficar junto de alguém é.

25 de abril de 2011 11:00
Anônimo disse...

Andarilho, concordo com você mas infelizmente nem sempre a gente consegue ser forte o suficiente pra conseguir se afastar... e isso não significa que a gente é vagabunda ou algo assim...

25 de abril de 2011 11:01
Andarilho disse...

Bem, eu nunca disse vagabunda. Mas tb não dá pra achar que vc é a mocinha injustiçada da história.

Ser fraco nunca foi desculpa pra fazer algo errado. Quer dizer, desculpa é, mas não é uma muito bem aceita.

25 de abril de 2011 11:05
Anônimo disse...

Vamos brincar de se colocar no lugar de esposa ou namorada? Ser a outra além de opção é a maior burrice de uma mulher. Você é a outra do casamento, é a segunda opção da cara, é a errada da história. Não existe essa de respeitar não. Até sua melhor amiga terá medo de deixar você pegar uma semples carona com o namorado.
Malú.

25 de abril de 2011 11:18
Anônimo disse...

Ops meu comentário sumiu.. Vamos lá de novo...
Então, não vim aqui me vitimizar nem pedir colo, comentei concordando com a Débora pois entendo o que é amar alguém e ter que viver como "a outra" da história.
Não, eu não sabia no começo mas quando soube me afastei e poderia ter sido "mais mulher" e ter ficado afastada porém NÃO CONSEGUI. Por amar demais talvez, ou de menos (a mim mesma). A verdade é que existe sim o outro lado da história e nem sempre ser a outra significa que é por sacanagem, muitas vezes existe um sentimento envolvido que é difícil de lidar.
Malu, sim é burrice e sim sofremos por saber que não somos "a escolhida" mas isso não faz com que a gente seja uma vadia que vai pegar os namorados de amigas não, pelo contrário, todas minhas amigas sabem da históra que vivi e sou amiga de todos os namorados e NUNCA sairia com nenhum deles. E caso acontecesse de eu sentir algo por algum deles pode ter certeza de que isso seria conversado com ELA antes de qualquer coisa.
Eu sempre soube minha grande parcela de culpa na história "errada" que vivia mas todos tem culpa viu.. eu tinha, ele tinha, a oficial tinha. Porque pra mim alguém que trai é pq não tá feliz no relacionamento e precisa de algo mais e se ela não percebeu isso ela é culpada também.... sei lá. Sei que EU NUNCA TRAI... nem a ele nos 3 anos e 7 meses da nossa história. Só posso falar por mim e não por todos os "casos" que existem por aí e digo que o meu foi simplesmente por amar demais e não conseguir viver sem ele ...

25 de abril de 2011 11:31
Olívia disse...

A Deb sabe que eu já condenei pessoas que fazem isso, e que hoje tenho uma opinião quase formada sobre o assunto, rs!!!!

Nunca saí com alguém casado, mas pra mim, sair com alguém namorado é a mesma coisa, portanto, fui a outra por algumas horas...

Fico imaginando principalmente a situação da mulher traída... e me arrependo por alguns segundos por ter sido a culpada...

A diferença é que nunca ME APAIXONEI, portanto, logo que penso na situação da "matriz", eu desisto e parto pra outros caras solteiros. Existem tantos por aí...

Talvez, se um dia me apaixonar por um homem casado, eu mude minha opinião.

Não condeno ngm que está na situação. Nem o cara, nem a mulher do cara, nem a outra.

Cada qual tem suas razões para entrar nessa situação, para permanecer e para sair.

Não vale a pena julgar.

É isso ae.

Olívia

25 de abril de 2011 11:32
A. Marcos disse...

Andarilho tem razão.

Mas a questão não é ser vagabunda ou santa; ser a segunda opção ou não; a questão é que todo mundo quer ser feliz e muita gente o é sendo a outra ao passo que muitas não são sendo o cônjuge.

De toda sorte, o post me parece que tem por finalidade purgar os fantasmas e a dor. Se foi essa a intenção, foi feliz no resultado.

25 de abril de 2011 11:34
Flavia Werlang disse...

Será que o que dói mais é o não ter sido escolhida?
Já passei por este papel, sem querer, mas a questão que fica, para mim é: Por que ela e não eu?

Percebi que não tenho estrutura para ser A Outra.
:)

25 de abril de 2011 11:51
Paula Rocha disse...

Nunca fui a outra. Nunca tive o azar de me apaixonar por alguém comprometido, mas penso que mesmo que tivesse, meu orgulho falaria mais alto (sou egoísta demais pra aceitar dividir alguém, hehehe). É autocontrole é uma das qualidades que mais admiro, portanto, tentaria resistir.

Mas não julgo quem se joga numa relação com alguém já casado. E esse papo de "destruidora de lares" é do tempo da vovózinha. Quem destrói o lar é o próprio casal. Algo deve estar errado para que o cara procure alguém fora do casamento (talvez a mancada seja dele, talvez da companheira...).

Mas, é um assunto polêmico mesmo. :)

25 de abril de 2011 11:55
Patricia Digue disse...

Acho que é fácil julgar para quem nunca viveu isso. Mas para esses, a vida uma hora vai ensinar. Na hora em que se sentirem vulneráveis e sem controle sobre o que estão vivendo, vão se arrepender de terem apontado o dedo para uma pessoa que julgavam mais fraca. Essa é a regra da vida e ninguém escapa, embora muita gente acredite ser tão melhor especial.

Beijos da Solteira

25 de abril de 2011 12:30
Anônimo disse...

Eu também sou assídua, mas vai ter que ser anônimo por questões de segurança.
* Nunca julguei
* Nunca pensei em ser a outra
* Sou a 3 anos
* Vou do céu ao inferno
Todos os dias, penso em ser o último, que vou conseguir terminar, tentei 3 vezes. Penso que é mais forte do que nós, e como a amiga aí de cima só morrendo para desatar (não que eu desejo isto)

25 de abril de 2011 13:47
Anônimo disse...

Diguê arrasou no comentário, faço minhas as suas palavras.
Só quem viveu isso sabe a dor e o sofrimento que é ser a outra, fui por mais de 3 anos e estou caminhando para me libertar , é uma dor por que não ser a escolhida, sensação de humilhação.
Cheguei a passar Janeiro de 2010 todo no Exterior e quando chegou em Abril ele voltou a me procurar e não resistir.

Eu tentei por inumeras vezes me afastar, e ele sempre me procura, como me procurou nesse feriado e resistir.
Gosto demais dele , não eramos só amantes eramos amigos, parceiros, pessoas com gostos e sonhos iguais.
Não vamos julgar, por que realmente ninguém escolhe se apaixonar e pode ter certeza nenhuma mulher gostaria de passar por isso por opção.

25 de abril de 2011 13:59
Anônimo disse...

Malú!

A Débora é minha amiga/irmã e pode pegar quantas caronas quiser com o meu namorado. rs

O fato de ter sido "a outra" ou o "o outro" não torna uma pessoa menos confiável.

Enfim, as questões do amor são super complexas e delicadas... Apenas quando sentimos na própria pele, ou com alguém bem próximo, conseguimos entender o outro lado da história.

Quando eu estou comprometida com algúem, seja casada ou namorando, não consigo sair com outras pessoas. Quando me apaixono me entrego de uma forma que não sobra espaço.

E se o relacionamento ficar ruim? E se a rotina tornar tudo chato? E se ele parar de me olhar com desejo e de dizer que sou linda?

Eu prefiro terminar antes de trair. Mas, essa sou eu. Nem todo mundo pensa da mesma maneira. Além disso, podemos mudar de opinião sobre quase tudo enquanto estivermos por aqui.

Eu, por exemplo, falava aos quatros cantos que nunca perdoaria uma traição. Fui traída, descobri e por amor perdoei. Fiz o que meu coração mandava naquele momento.

Eu sempre dizia que jamais sairia com alguém casado. Numa fase de solterice aguda vivi uma aventura com um homem comprometido.Foram poucos meses e mesmo eu não estando apaixonada, sofri bastante. Não me sentia bem. Não suportava a ideia de ter dia e hora para ligar, encontrar... Um saco!

Mas aí, entram os 'meus' valores. E se eu tivesse me apaixonado?

Julgar é muito fácil. Viver sem medo de amar e ser feliz requer um pouco mais de treino...

Beijos

Geo

25 de abril de 2011 14:18
Anônimo disse...

Olha, esse assunto é muito complexo mesmo.

Eu sou a outra há 12 anos e não desejo pro meu pior inimigo o que tenho passado.

Não sei se já julguei alguém nessa situação e estou pagando por isso, só sei que é uma situação horrorosa.

Sou apaixonada por ele desde que tenho 12 anos e achei sinceramente que ia passar, mas nunca passou.

Como nossa diferença de idade era gritante(6 anos), e ele casou com 17 anos, nunca conseguimos nos encaixar.Quando ele se separou da primeira esposa não nos encontramos e só viemos nos encontrar quando ele já estava morando junto com uma moça que engravidou dele.

O filho dele tinha apenas 1 ano e e meio e não sei o que aconteceu que a gente foi se envolvendo nessa época, no começo eles estavam brigados, mas logo voltaram e eu deveria ter saído fora.

Eu nunca corri atrás dele, mas a gente começou a se encontrar casualmente e de repente começamos a sair e não consegui mais me libertar.

O amo muito e ele também me ama, mas não consegue sair do casamento, o filho dele tem treze anos está dando muito trabalho principalmente no colégio, ele tem medo de magoar a família, a esposa, o filho ficar revoltado com ele..enfim, tem suas razões.

É uma situação horrível e sei que eles não vivem bem, quando ele vai ao médico, eu que estou com ele, quando faz cirurgia eu que fico com ele, eu que compro remédio, eu vou ao dentista, eu o ajudo em tudo, somos mais que amntes, somos amigos, companheiros, choramos juntos, rimos juntos, viajamos juntos, eles realmente vivem de aparência, mas ele não consegue sair disso.

Já terminamos várias vezes, milhares, mas não conseguimos ficar muito tempo longe, na verdade eu nunca o procuro, nunca mesmo, mas não consigo resistir quando ele me procura.

Alguém tem uma solução, quero muito sair dessa relação humilhante e destrutiva, mas sinceramente não estou vendo luz no fim do túnel.Sei que ele é fraco e covarde e ele também sabe....

Sei que estou perdendo minha juventude e minhas esperanças de encontrar um homem livre, leve e solto.

Para os críticos de plantão, tudo é fácil de resolver quando não é na vida gente.

25 de abril de 2011 14:56
Ana disse...

Sempre adoro ler textos sobre isso. E os comentários então... prefiro não falar.

Não gosto dos julgamentos, mesmo sendo a casada e não a outra.

Deb, Geo, Patrícia e Paula tô com vcs e concordo plenamento com o que Geo disse: "Julgar é muito fácil. Viver sem medo de amar e ser feliz requer um pouco mais de treino..."

25 de abril de 2011 15:19
3 x Trinta - Solteira, Casada, Divorciada disse...

Adorei a bombação!!! Demais.

Obrigada senhor por nunca ter sido a outra. Acho que ia surtar, sair pelas ruas gritando de tanto ciúme e aflição. O mundo não merece essa cena, né? Hahaha!!!

Deve ser muito sofrido. Mesmo. Nunca duvidei disso.

Besitos,

Bela - A Divorciada

25 de abril de 2011 15:45
Anônimo disse...

Sofrido mesmo é levar chifre! Desculpem a frase mas estou achando até graça nos comentários!
Que bom que ser a outra faz doer...devia doer mais ainda!

25 de abril de 2011 17:26
Anônimo disse...

Eu já estive dos dois lados. Tenso.
Me tirou um pouquinho do brilho, mas nada que uma maquiagem não esconda.

25 de abril de 2011 17:42
Anônimo disse...

Pior é quando você deixa de ser o oficial e passa a ser o outro literalmente....
Além de ter que aguentar o peso do chifre, ainda tem que sustentar a vaca....

25 de abril de 2011 18:15
3 x Trinta - Solteira, Casada, Divorciada disse...

Todo mundo tem razão. Afinal, a razão de cada um é construída sob a luz daquilo que se vive e se acredita. Então é tudo isso aí: opção, vagabundagem, "tem mais é que sofrer mesmo", dor, "jamais viveria isso", perda de brilho e tudo o que foi dito.

No mais, fico com Kant:

"Avalia-se a inteligência de um indivíduo pela quantidade de incertezas que ele é capaz de suportar"

valeu o debate =)

bitocas

deb

25 de abril de 2011 19:01
João do Espírito Santo disse...

Bombou mesmo! hahahaha

Concordo com o Andarilho e com a Bela. Você pode escolher quando você sabe daquilo que da conta ou não.

Pati, sim, não controlamos totalmente o que sentimos, mas continuar ou não na relação podemos controlar.

Creio que sofrer mas tendo em vista algo que realmente buscamos vale a pena. Contudo, ficar numa situação que nos trará dor porque dissemos que não conseguimos controlar, não seria a mesma coisa que dizer que não conseguimos controlar a vontade de beber/drogar/etc? Ok, sozinho/a é díficil, mas para isso existem a força de querer ser feliz, amigos, grupos, igreja, terapia e etc.

De que vale continuar em algo que vai nos fazer sofrer? Ninguém é só razão, como ninguém é só emoção. Podemos ver coisas em nosso coração e raciocinar, sentir.

Em suma, sofrer pode não ser uma opção, entretando ser o/a outro/a creio que é.

25 de abril de 2011 19:23
Anônimo disse...

Interessante a inversão de papéis...a outra agora é a vítima...tadinhas...hahahaha!
Cada uma!
Bom mesmo era o o sapão da história passar a ser o princípe (des)encantado e tornar a pobre vétima,digo, outra...efim, torná-la "matriz". Aí eu teria pena pois mesmo que não levasse um chifre viveria sim assombrada pelo fantasma da lei do retorno.

25 de abril de 2011 20:13
Anônimo disse...

A grande verdade é que os casados são sempre os melhores. São mais amáveis, atenciosos e mais sedutores tbém. E fala a verdade quem é que não quer sentir o imenso prazer de vivenciar uma relação assim??? É proibido é gostoso e o perigo disso tudo torna a relação muuiiitttoooo interessante. Parem de "drama" e curta ao máximo esta experiência.
Bjssss
Pandora

25 de abril de 2011 20:39
Mara disse...

E quando é a mulher que trai?? E quando é a mulher que engana o marido?

Para mim, a verdade é que traição só faz sofrer! Quem é traído sofre, quem trai e quem é o/a amante um dia também sofrerá pelas escolhas que fez.. Acredito ainda que trair ou não, depende, principalmente, dos valores que se tem ou não.
Débora, arrasou!! Que polêmica!!!
Um bjo meninas
Mara

25 de abril de 2011 22:43
Cilo disse...

Essa questão é complicada, mas não condeno, não critico... cada um sabe o que ta passando.

bjo grande.

26 de abril de 2011 08:11
3 x Trinta - Solteira, Casada, Divorciada disse...

João do Santo,

faço questão de tréplica, rs.

Não, você não pode escolher! Você pode, sim, escolher continuar ou não depois que já virou só sofrimento.

Eu e o tal da história éramos tão arrogantes e certos de tudo que pensávamos exatamente assim: a gente tem controle da situação, não vai acontecer nada demais. Saberemos até onde ir com isso.

AHÃ!!!

Fofo, não é bem assim...

Mas vocês todos estão certos quanto ao prosseguir. Chega uma hora que realmente vira palhaçada. E é preciso saber agir nessa hora. O que tb não é simples.

bjs tutti

deb

26 de abril de 2011 11:02
Paula Rocha disse...

O que eu acho mais interessante nos relatos de quem é/foi a outra, é que essas mulheres são/foram fiéis ao cara. Ele leva vida dupla, mas a outra, por amor, não fica com mais ninguém, às vezes sustentando essa situação por anos.
Bem louco!

26 de abril de 2011 13:12
3 x Trinta - Solteira, Casada, Divorciada disse...

Só para registrar: eu deixo a Debs sair com o Guarda Belo, tá?

Hahaha!!!

Beijos,

Bela - A Divorciada

26 de abril de 2011 15:41
Meg disse...

Eu já fui a outra... foi maravilhoso... e terrível. Que bom que consegui me livrar da dor e do tormento. Ficou a lembrança de um amor puro e intenso.

26 de abril de 2011 23:34
Evelin disse...

Ser a outra não é nada fácil. Ser a outra de um homem, é muito fácil. Ser outro de uma mulher, só existe se esse outro desconhecer o seu lugar nisso tudo.

Beijos

Evelin

27 de abril de 2011 12:53
Anônimo disse...

Acho que o negócio não é se deixar cair em tentação , haha
E sobre a outra , e a mulher traida , elas tinham que CAIR MATANDO no cara , safado , pega as duas e a culpada é a 'outra' , faça-me o favor ! Ele também quiz !

29 de abril de 2011 14:25
Anônimo disse...

Já trai e já fui traída. E o mais louco é que sempre fui muito certinha e nunca me imaginem aceitando ou vivendo uma situação ou outra.

Não me arrependo de ter feito, mas não desejo fazer novamente. Não condendo quem faz também, pois já deixei de acreditar que temos controle absoluto sobre nosas vidas (principalmente no que diz respeito ao amor).

Mas algo em que nunca vou deixar de acreditar é no respeito ao outro. E neste caso, todos os envolvidos são outros para alguma das partes.

Sempre tive e tenho a crença de que quem está solteiro tem o direito de lutar por alguém que se ama e que cabe muito mais a quem já é comprometido (seja homem ou mulher) a pesar e decidir a situação levando em consideração os ganhos e perdas.

Beijinhos.

2 de maio de 2011 14:37
Anônimo disse...

Acho que você está falando isso por que ainda não viu o site www.tvdigitalnopc.com.br

28 de dezembro de 2011 13:37
sergio disse...

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Quem tiver uma ideia, por favor, me ajude meu e-mail: riclife@ig.com.br

18 de outubro de 2012 17:26
日月神教-任我行 disse...

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17 de junho de 2015 20:03