terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Quando menos se espera

Pois é, chegou a minha hora de escrever para a Fabíola, nossa leitora. E a pergunta é: como mudar de estado civil, passar de solteira para casada? Em primeiro lugar, eu assino embaixo do que já escreveram a Solteira e a Casada: não existem fórmulas prontas, o negócio é viver e, principalmente, gostar de si mesma acima de tudo, que a gente é nada sem amor-próprio. Agora, na condição de “solteira ainda mais experiente”, como definiu a minha amiga Single, acho que posso abordar alguns outros pontos.


O mais importante deles para mim: abaixo qualquer tipo de ansiedade. Aprendi na minha neo-solteirice que a gente pode ser feliz de qualquer jeito. Os oito meses vividos desde a separação foram de longe os mais intensos da minha vida. Para vivê-los de novo, juro, eu até encarava todas as pancadas que levei na cabeça durante o divórcio. Ou seja, quero dizer que você não precisa se preocupar com a pura e simples troca de estado civil. Ser casada é ótimo (eu também achava quando era, sem ressentimentos). E solteira também. O importante é se divertir.

Até porque, é quando a gente está de alma leve que o melhor acontece. Quando menos se espera. Eu já tinha ouvido isso antes, sem dar muita bola. Mas, pensando no que escrever para você, voltando a fita dos melhores momentos, percebi que, no meu caso, essa teoria teve uma eficácia de 100%. Eu não procurava nada quando encontrei. Quando topei com os homens mais incríveis que eu já conheci na vida. Não, eu não estou pensando em casar com ninguém agora. E está ótimo assim.


Simplesmente saia da toca, Fabíola. Relaxe, permita-se. E acredite em Chico Buarque em Futuros Amantes: Não se afobe não, que nada é pra já, o amor não tem pressa, ele pode esperar...

Arrasa, estou torcendo por você.


Um beijo,


A Divorciada

4 comentários:

Dani Felix disse...

Meninas,

Concordo com a ausência de fórmulas. Alíás, recomendo pr uma questão patrimonial permanecer solteira!!! ahahahhahahah
Filhos não precisam mais de casamento entre os pais para serem legítimos e, por isso, é muito mais fácil viver uma união estável!!!
ahahahahahahahhahaha
Papos jurídicos à parte, queria só dizer ao Amigo Divorciado que comentou em algum dos posts, que às vezes pode até acontecer, mas não esqueça que dependendo do teor alcoólico a gente pode nem lembrar no dia seguinte!!!
aahahahahahahahahahah

Brincadeira!!!
Beijos
Dani Felix

16 de dezembro de 2008 10:21
Tia da divorciada disse...

Concordo com você plenamente:" O amor não tem pressa". Acredito que cada um sabe exatamente o momento da "flechada".Não adianta antecipar as coisas,será màgico quando acontecer.Sabe àquela música do Jorge Aragão que diz " sem lhe conhecer sentir uma vontade louca de querer você, nem sempre se entende as loucuras de uma paixão, tem jeito não, olha pra mim, faz tempo que meu coração não bate assim, não bate assim, me diz teu nome, não me negue a vontade de sonhar, de sonhar meus sonhos com vc. Seria bom demais , que bem me faz, você...". Não sei se a letra está correta mas o recado está dado, um dia aconteceráaaaaaaaaa.

Beijos

Tia da divorciada

16 de dezembro de 2008 11:02
Fabíola Melo disse...

AHHHHHHHHHHHHHH eu ADOREI !!!!

Namoro há 4 anos... e tô feliz da vida assim.. Mas ultimamente, todo lugar que vamos sempre perguntam: "Vão casar quando ?!"

E eu faço a bendita cara de paisagem... Pois eu acredito que preciso sim fazer minha pós, preciso sim me sentir segura financeiramente para sair de casa e, preciso mais do que tudo sentir que a "troca de estado civil" venha das duas partes, né?

ADoreiiiiiiiiiiiii!! Este é meu blog de cabeceira!!! Tá linkado com o meu!!!

ADOROOOO

grande beijo cheio de admiraácão pelas três!

16 de dezembro de 2008 19:47
Pri disse...

O problema é conter a famigerada ansiedade. E aí, qualquer mané que aparece, a gente já acha que é o máximo e faz tudo errado. Pela décima vez. Ai, ai... nem chá de camomila resolve nessas horas...

17 de dezembro de 2008 20:56