terça-feira, 23 de agosto de 2011

A sustentável leveza de não precisar ser princesa

Muito se falou estes últimos dias aqui das delícias de se chegar aos 30. Queria destacar uma delas em especial. É a libertação de parar de ser aquilo que esperam de você. No caso das mulheres, deixar de se comportar como a princesa dos sonhos de alguém e ser autenticamente você mesma. E o melhor, perceber que você mesma é muito mais legal e interessante que aquela bonequinha de antes.

Faz um tempo que penso sobre isso. Mas por causa da atual história que vivo é que finalmente pude comprovar que consegui me livrar dessas amarras, parei de encanar com o que a pessoa pode pensar de mim se eu for eu mesma. Hoje penso que, se ele não gostar do que eu sou de verdade, então tudo bem, bola para frente, porque eu me amo assim desse jeito e por mais que a gente tente melhorar sempre, o essencial não muda não. Portanto, mais fácil mudar de parceiro que modificar completamente a nossa personalidade.

Percebi também que nem todos eles idealizam esta princesinha, muitas vezes é a gente mesma que cria esta fantasia toda, nos colocamos em várias prisões, como a da “companheira perfeita” ou aquela de segurança máxima chamada “corpo perfeito”. No momento me sinto leve assim, despretenciosamente deixando acontecer. E, podem ter certeza, dá muito mais certo.

Patrícia, A Solteira

10 comentários:

Andarilho disse...

Tem que ser a gente mesmo, até pq vai que o negócio fica mais sério e as pessoas resolvem morar junto. Aí, não há máscara ou fantasia que aguente.

23 de agosto de 2011 08:51
Natalia Lott disse...

É o texto da bandeira de Minas Gerais: "Libertas quæ sera tamen", ou Liberdade ainda que tardia...
Salve a liberdade, a inteligencia e a maturidade dos 30! :P

23 de agosto de 2011 09:14
Marta Melo disse...

Tb acho que assumir aquilo que se é realmente, é a melhor maneira de fazer dar certo qualquer coisa.Bjs!

23 de agosto de 2011 10:41
Carol Leão disse...

Apesar de não ter chegado aos 30, já desencanei de muuuitas coisas meeeesmo. Quem achar ruim, que pense o que quiser, não ligo.
E assim, me sinto mais leve e feliz.

23 de agosto de 2011 10:58
3 x Trinta - Solteira, Casada, Divorciada disse...

Pois é, menina. No meu caso, diria que parei que querer ser "uma mulher normal", hahahaha.

beijos, minha princesinha da PG!

deb

23 de agosto de 2011 11:23
Anônimo disse...

Patricia eu super concordo com você, pois achava que sendo Ruim daria certo, sendo Boazinha também, enfim, deixei pra lá e sou o que sou, e sempre dizem o q seguinte: Se o cara não te aceita pelo jeito que você é, pode ter certeza que não é o cara certo, pq o certo você consegue ser você mesma.
Abs,
Fabi

23 de agosto de 2011 14:30
Carol disse...

Ser Shereka é muito mais legal, ops, digo, Fiona! Rs

23 de agosto de 2011 18:49
3 x Trinta - Solteira, Casada, Divorciada disse...

Sejamos nós mesmas, é isso que nos liberta, concordo.

O curioso, no meu caso, é que eu fiquei mais princesa depois dos 3o, hahaha!!! Antes, era uma ogrinha que não se maquiava (exceção para o batom) e só tinha feito as unhas duas vezes na vida: na formatura e no dia do primeiro casamento. Acredita?

Beijos,

Bela - A Divorciada e A Noiva

24 de agosto de 2011 00:55
Diu Mota disse...

Não é que essa história da melhor idade é verdade mesmo?! Acabei de perceber.
Viva a nós mesmas!
Bjss

24 de agosto de 2011 18:54
Evelin disse...

Parece mentira, mas sempre fui eu mesma. Fiz e faço o que meu coração desejar sem se preocupar com os outros, claro se minha decisão não afetar ninguém.

As pessoas que esperem o que quiserem de mim. Eu não espero nada de ninguém também. Inclusive porque não acredito em ninguém...

beijos

Evelin

26 de agosto de 2011 08:58