domingo, 28 de fevereiro de 2010

Rodízio de bebê

A hora do bebê é sagrada, e isso também vale para os pais. Depois dos três meses do recém-nascido, na verdade uma fase na qual os pais passam por um teste de sanidade mental, o rebento ri, os dentinhos estão saindo, ele já fica em pé e engatinha pela casa toda. Nesta época a creche já é uma realidade concreta.

Mas, e quando o bebê não está com as tias da escolinha, quem fica com a criança? O pai e a mãe, diriam aqueles que não fazem a menor ideia da encrenca. Sim, é óbvio. Só que mãe e pai também são gente. Que tal ela ter uma horinha para ir ao salão e, por exemplo, cortar o cabelo que está do tamanho da Rapunzel há meses? E o pai? Este também tem o seu quinhão. Que preciosa é uma tarde de sábado na frente do videogame. Sim, porque ninguém precisa ser adulto o tempo todo só por que não usa fraldas faz tempo.

Aí é que entra a ideia salvadora do rodízio de bebê. Conhecem a Supernanny? Aquela babá inglesa que visita lares onde os filhos são um descontrolados e os pais uns bobocas? Pois a Supernanny - nome real, Joe Frost - bota a casa em ordem lançando mão de metas, conversas e umas tabelas básicas do tipo, "quem faz o quê".

Outro dia, vi um casal bem próximo conversando sobre o assunto. De fazer um calendário de revezamento entre eles. Assim, os dois distribuem o tempo de forma justa, curtem o filhote juntos e, também, arrumam um tempinho para si mesmos. Enquanto um fica com a criança, o outro sabe que pode sair tranquilo para fazer um programa só seu. Nem que seja dormir além da conta em casa.

Ouvindo o papo, até já imaginei um calendário com os nomes de cada um, os dias da semana e os horários. Se caiu a carinha do bebê para um, é porque a responsa de entreter o filhote naquele dia e horário pertencerá a um dos dois. E pensar que, não faz muito tempo, tinha muito pai que não sabia nem trocar uma fralda.

Giovana - A Solteira

9 comentários:

Andarilho disse...

Eu ainda acho melhor não ter filhos.

28 de fevereiro de 2010 00:30
Nina disse...

(Andarilho, filho é a melhor coisa do mundooooooooooo!!)

Se bem que eu sou mega suspeita...A primeira vez que saí sem minha filha ela já tinha feito um ano, sério.
E sem stress, foi sempre um prazer ficar com ela, que foi um amor de bebê. Ia à médico, banco, compras, tudo. E tive o privilégio de acompanhar o primeiro ano dela de perto.
Gosto tanto de bebês, que se soubesse como era bom, tinha começado mais cedo e teria mais filhos... Falaí pros seus amigos que se quiserem, me ofereço de babá, rs!

Beijo!

28 de fevereiro de 2010 02:45
Marcela disse...

Quando era criança meus pais combinaram também um calendário de quem bebe nas festinhas e quem cuida das crianças. Isso depois de um mega susto que minha irmã caçula deu neles certa vez que os dois beberam além da conta e apagaram.
Ainda bem que o mundo mudou e os pais dividem as tarefas com as mães, até porque trabalhamos tanto quanto eles hoje. E melhor ainda que meu marido mostra que com a gente também será assim quando tivermos filhos, mas isso só daqui um bom tempo...

28 de fevereiro de 2010 12:43
Evelin disse...

Rodízio de bb é bom! Tadinho dos pais... que bom ter pessoas na família para darem uma folguinha para eles. =)

28 de fevereiro de 2010 19:53
Albuq disse...

Oi meninas!
Realmente o rodízio de bebê é a opção de se cuidar, porque ter um bebezinho é sinônimo de maratona kkkk
Não tenho filhos, mas, tô acompanhando a maternidade das minhas amigas e vejo o muído!

bjs

28 de fevereiro de 2010 21:49
mulherpolvo disse...

Quando minhas filhas eram bebês, eu e meu ex-marido fazíamos isso. Mas sem tabelas... Era simples: aos domingos, um ficava por contadas crianças de manhã, e o outro, de tarde. No outro domingo, o contrário. à noite, depois que a baba ia embora, um ficava com as girls, outro arrumava a cozinha depois do jantar. Ah!! era bom... Sinto muita saudade de ter um bebezinho em casa!

1 de março de 2010 08:26
Melanie B. disse...

Eu adoro a supernanny e tudo que é ralacionado a crianças... E se todo mundo se dedicar sempre da certo!!!

Na verdade não sei bem o que passa, mas me entristesse de forma que eu mal consigo respirar."os bons amigos não se vão assim" Ando querendo me apoiar nisso...

Super bjo e valeu o comentario!!!!!!

1 de março de 2010 08:33
Por uma vida simples disse...

Sou a favor do rodízio no geral, não só do baby, mas de tudo.

À partir do momento que duas pessoas resolvem viver juntas as tarefas aumentam, pois nem sempre o que um quer fazer o outro vai querer também, diria que são negociações constantes, mas que no final vale muito a pena.

É claro que filho é algo muito mais além, mas que tal começar com as tarefas diárias, já vai acostumando a dividir ;)
bjs, adorei o post

1 de março de 2010 10:37
silvinha disse...

a verdade é que tem pai que já é atrapalhado sem a criaturinha, quando essa nasce: meu pai eterno, vira uma bagunça!
a casa fica de pernas pro ar!
e a criaturinha lá inocentona!

hahaha

bjo

1 de março de 2010 14:04